MERCADO DE JUROS e AÇÕES

Neste contexto, os investidores externos de curto prazo, em geral, concentrados no mercado de juros e ações, repetiram o que sempre fizeram antes das eleições: venderam ações e saíram das aplicações em renda fixa, para comprar dólares. E continuarão em moeda forte, até saberem qual será o resultado das eleições presidenciais no Brasil. Se o resultado for favorável, voltam. E, se for desfavorável, também voltam, se os preços das ações estiverem baixos e os juros altos.
Portanto, o movimento de saída das capitais de risco é mais uma operação de ganho cambial do que de fuga de capitais. Embora tenha sido muito alardeado na imprensa, de que o país está em “uma situação terrível”, a realidade é que a combinação de US$ 380 bilhões em reservas cambiais, com facilidade de entrada e saída de grandes volumes de capitais, fazem do Brasil uma alternativa atraente para investimentos financeiros. Como se constata na contínua entrada de capital estrangeiro para investimentos de longo prazo, que mantém equilibrada a balança de pagamentos do país. A desvalorização que ocorre no real, na prática é positiva, por gerar uma proteção ao comércio exterior do país, em um momento de grande tensão internacional.
Com Donald Trump brigando, ao mesmo tempo, com os países vizinhos - Canadá e México, com a China, com a União Europeia, e com quem mais aparecer no seu caminho, o risco de retaliações comerciais pode gerar uma redução no comércio internacional. E, nesta situação, estar com o real desvalorizado protege a competitividade dos exportadores brasileiros.
Contudo, embora as decisões políticas sejam frequentemente irracionais, as perdas para os EUA e para o resto do mundo, no caso de uma guerra comercial, seriam desastrosas. E solapariam as bases do livre comércio internacional, que foi construída pelos americanos desde o fim da II Guerra Mundial, gerando o mais longo período de prosperidade na história econômica moderna.
Até o momento, apesar da crise política e comercial, os países continuam em expansão. Com destaque de 4% para os EUA neste trimestre; e da China e da Índia capitalizando, na média, entorno de 6,5% no ano. Ao todo, o mundo cresce entre 3,5% e 3,9% neste ano.
O nível da expansão nos próximos anos dependerá do nível da represália neste segundo semestre. Se o conflito se limitar a pequenas “escaramuças”, com foco em grupos limitados de produtos, a queda do PIB mundial será pequena.
Entretanto, não se pode descartar o risco do conflito se agravar, provocando uma Guerra Comercial, com impacto negativo sobre o crescimento do PIB em 2019 e nos anos seguintes.

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